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USP Entre as 10 Melhores Universidades no QS Ranking Universit√°rio: BRICS 2014

Londres, 18 de junho de 2014 – O resultado do QS University Rankings: BRICS 2014, consultoria britânica especializada em ensino superior, que compara as 200 melhores instituições acadêmicas do Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul, revela que a China se posiciona como o país que está mais próximo de atingir o objetivo de desenvolver universidades onde a pesquisa científica tem alcance mundial.

O acrônimo BRICS aponta que o futuro não pertence mais aos países desenvolvidos europeus, os EUA, ou o Japão, e que o conjunto de países emergentes dominará o cenário econômico mundial nas próximas décadas. No entanto, para competir na arena global, essas economias em rápido crescimento necessitam universidades com excelência internacional em pesquisa.

Beneficiado em parte pelo comércio internacional com a China na primeira década do século, o Brasil viveu um boom econômico, ultrapassando o Reino Unido como a sexta maior economia mundial em 2011, mas o setor de ensino superior tem muitos desafios pela frente.

O Brasil tem priorizado o ensino superior através de programas de apoio a pesquisa e subsídios para alunos brasileiros estudarem no exterior. Mas o rápido crescimento do setor revela dificuldades típicas nessas novas instituições acadêmicas brasileiras, onde qualidade do ensino e inclusão social são pedras angulares que requerem foco especial. Grande parte do aumento no número de inscritos em instituições de ensino superior foi possível graças a proliferação de instituições privadas. No entanto, critérios de acreditação e o nível de internacionalização das universidades demandam atenção.

Segundo Danny Byrne, editor sênior do www.topuniversities.com: “As universidades brasileiras tem atraído corpo docente internacional, resultado do aumento de seus orçamentos de pesquisa, mas deixam a desejar em termos de atrair estudantes estrangeiros. Por outro lado, o governo brasileiro está enviando mais estudantes ao exterior através do programa Ciência Sem Fronteiras. Isso poderá aumentar a visibilidade do Brasil como um lugar atraente para estudar.”, afirma Byrne.

Os resultados da pesquisa da consultoria britânica QS apontam que o Brasil é o oposto da Rússia, no quesito internacionalização, cujas universidades atraem muitos estudantes estrangeiros. Também é notável a alta qualidade das instituições russas especializadas nas áreas de ciência, negócios, e engenharia, áreas que o Brasil ainda engatinha.

Então, o que os rankings da QS podem nos dizer sobre os desafios que as universidades brasileiras enfrentarão nos próximos anos? O volume de pesquisas produzidas pelas principais instituições brasileiras tem crescido significativamente nos últimos anos, e mostra que o país domina em termos de produtividade em pesquisa, o indicador de número de publicações por docente.

No entanto, como a China e a Índia descobriram, a quantidade não se traduz necessariamente em impacto a nível global. Tanto a China e a Índia têm melhorado enormemente a produtividade de suas universidades em pesquisa, na tentativa de impulsionar a inovação, especialmente nas disciplinas STEM. Mas o impacto dessa produção cientifica ainda deixa a desejar, mensurado pelo numero de citações em jornais acadêmicos de língua inglesa.

O Brasil sem dúvida poderá alcançar suas metas de maior internacionalização, proporção de alunos por professores, e inclusão social, se os esforços necessários forem conjugados nesses indicadores.

O QS University Rankings: BRICS mostra que as universidades nesses países estão em uma curva ascendente, e o ensino superior de qualidade tem papel fundamental em suas trajetórias. 


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